Amor e Revoluçao

Apr 23, 2019 3 min.

Esse filme com a Emma Watson, a Hermione que virou feminista (portanto feia), conta uma história baseada em fatos reais como um drama, mas vira uma piada pronta. Começa com os bonitos revolucionários comunistas tentando se proteger do feio golpe militar de direita, mas quando o casal de crushes são enviados para um campo de trabalhos forçados onde se planta e se descasca muita batata e onde ninguém pode sair, ou seja, o paraíso comunista, eles não gostam.

Necrópolis

Apr 22, 2019 1 min.

Esta série é um bom exemplo de como fazer conteúdo engraçado sem pretensão alguma e um orçamento menor ainda que a pretensão e ficar bom. Bom, bom eu não diria. Ele fica exatamente como você esperaria que ficasse um vídeo com você e seus amigos em uma tarde preguiçosa e criativa. Ela conta a história de um escritório do IML (Instituto Médico Legal) em que a última alternativa de médico residente foi o fracassado Richard (Rafael Pimenta), que estudou cinco anos para passar em uma faculdade particular de medicina e se formou e se envidou no processo, se tornando “doutor”.

A Garota Que Conquistou O Tempo

Apr 22, 2019 3 min.

Netflix, fui tapeado! Pensei que iria ver uma animação sobre viagem no tempo no estilo Steins;Gate e acabei vendo um filme de menininha japonesa. Com quem devo ficar? Oh, meu deus, de quem será que eu gosto? Este também é um filme sobre uma pessoa que volta no tempo apenas para comer seu pudim antes da irmã. A animação em si é consistente e agradável, embora nada original. Foca mais nas formas e possui a paleta típica de animações dos estúdios Ghibli (de Hayao Miyazaki).

A Sombra do Pai

Apr 22, 2019 1 min.

A Sombra do Pai é um terror dos bons, que referencia os clássicos e ainda possui uma identidade brasileira, que se aproveita de nossa enorme mescla de crendices e formas de enxergar o pós-vida. É de fácil acesso para o grande público, possui uma equipe técnica de talento (principalmente de fotografia, que consegue mostrar muitas cenas noturnas sem comprometer a qualidade) e acima de tudo uma diretora extremamente competente em controlar sua obra.

O Homem Que Copiava

Apr 20, 2019 4 min.

A sinopse do IMDB diz assim: “André, relatively poor, falls in love with Silvia, a neighbor whom he spies with a telescope.” Relatively poor é o que me chamou a atenção, pois isso diz muito sobre o filme. Que é relativamente excelente. É relativo porque enquanto sua primeira metade esbanja técnica narrativa visual o seu final vai se desenrolando por caminhos que ultrapassam o absurdo fácil demais para continuarmos no mesmo espírito de seu começo, que é ingênuo, mas ao mesmo tempo profundo.

Mormaço

Apr 18, 2019 1 min.

“A propriedade atenderá a sua função social.” – Constituição da República Federativa do Brasil, Artigo 5, Parágrafo 23. É com esse “direito” que os ingênuos socialistas responsáveis pelo Brasil nascido em 1988 enterraram para sempre a esperança de um mundo digno. Esperançosos, talvez, que o Estado “nas mãos certas” conseguiria garantir o mínimo para todos, o que eles na verdade fizeram foi entregar nas mãos dO Capital, que governa a tudo e a todos, inclusive o Estado, o trator que pode derrubar a casa de qualquer cidadão.

Osmosis

Apr 16, 2019 1 min.

Ah, se o amor fosse apenas um código em um computador orgânico – aka nosso cérebro – e que fosse possível descobrir sua alma gêmea simplesmente analisando esse código. E se essa série distópica da Netflix, baseada em uma versão mais romântica e dramatizada de um episódio de Black Mirror, fosse francesa, e exibisse todas as formas de amar de um futuro próximo? Bom, aí nós teríamos que perder uma hora assistindo ao piloto para concluir: ideia interessante.

Coisa Mais Linda

Apr 15, 2019 1 min.

Essa é uma série brasileira vintage que se passa em um Rio de Janeiro que parece feito em computador, com fundos de cenários que se parece com a lista de papéis de parede do Windows, com filtros exagerados que lembram a primeira vez que a TV Globo botou as mãos em full hd e com aquele saudosismo dos anos 90 a respeito dos anos 50. Prova disso é seu feminismo chinfrim, ultrapassado, que tenta soar atual em um Brasil na década de 50.

Meu Nome Não é Ruben Blades

Apr 15, 2019 2 min.

Rubén Blades é o cantor mais famoso do Panamá. Também já fez pontas de ator em Hollywood, se candidatou a presidente (foi nomeado ministro), faz ataques ferrenhos ao imperialismo americano enquanto mora em Nova Iorque e defende o povo enquanto bebe água Perrier em seus shows. Ou seja, um membro da esquerda caviar básico. Isso tudo você aprende neste burocrático documentário. O diretor e roteirista panamenho Abner Benaim precisa de um motivo para filmar esta produção patrocinada pelo governo argentino.

A Última Casa da Rua

Apr 14, 2019 2 min.

House at the End of the Street apresenta a mega-star Jennifer Lawrence da série Jogos Vorazes descobrindo os podres do garoto bonitinho interpretado por Max Thieriot. O problema do material entregue pelos roteiristas é que esta é a velha fórmula do mistério se abrindo aos poucos com uma revelação nem tão bombástica assim, e a morte de uma personagem importante no meio não torna as coisas tão imprevisíveis também. Além do mais, Lawrence é a boazuda da história, querendo ajudar o garoto cujo passado traumático envolveu a morte de seus pais pelas mãos de sua irmã, que acordou uma noite transtornada e decidiu tocar o terror com uma faca na mão.