Glow

2017/07/31

Mais um filme feminista/SJW pela Netflix. Dessa vez nos anos 80, embora essa década já fosse libertadora para mulheres. É sobre elas entrando na luta livre, como os homens, e não apenas se exercitando na academia de ginástica, todas coloridas e com polainas. A série apresenta uma Alison Brie (Community) irreconhecível. Teoricamente ela paga peitinho (e bundinha) logo no piloto, mas se for ela mesmo, é frustrante como ela mirrou desde a série de comédia que a tornou particularmente desejada.

Sim, estou sendo um porco chauvinista, quase que de verdade, em meus comentários. Isso é para verificar se é possível atacar o conteúdo politicamente correto de GLOW sem perder a compostura. Convenhamos: não basta contar uma história não-convencional com a desculpa da diversidade. Continua sendo um engodo empurrar mais uma série de personagens bizarros, mas medíocres, inconsequentes, evitáveis. Prefira Girl Boss.

★★★☆☆ GLOW. USA, 2017. Direction: Jesse Peretz. Script: Kristoffer Diaz. Liz Flahive. Carly Mensch. Emma Rathbone. Rachel Shukert. Nick Jones. Cast: Alison Brie (Ruth Wilder). Betty Gilpin (Debbie Eagan). Sydelle Noel (Cherry Bang). Britney Young (Carmen Wade). Marc Maron (Sam Sylvia). Britt Baron (Justine Biagi). Kimmy Gatewood (Stacey Beswick). Rebekka Johnson (Dawn Rivecca). Sunita Mani (Arthie Premkumar). Edition: Tanya M. Swerling. Tyler L. Cook. Cinematography: Christian Sprenger. Soundtrack: Craig Wedren. Runtime: 35::(approx.). Gender: Comedy. Category: blog Tags: netflix series

Share on: Facebook | Twitter | Google